Prospecção Fitoquímica e Atividade Antioxidante de cascas do caule de Bertholletia excelsa Bompl.

dc.contributor.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1324552190537148
dc.contributor.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0581412073128121
dc.contributor.advisor1Anderson Cavalcante Guimarães
dc.contributor.colaboradorEmerson Silva Lima
dc.contributor.colaboradorValdir Florêncio da Veiga Junior
dc.contributor.colaboradorANTÔNIO CARLOS SIANI
dc.creatorElisângela Serrão Gonçalves
dc.date.available2016-09-23T15:35:58Z
dc.date.issued2013-07-31
dc.description.resumoCompostos fenólicos como flavonóides são amplamente distribuídos no reino vegetal. São reconhecidos por apresentarem diversas atividades biológicas tais como, antioxidantes, inibidores enzimáticos, antivirais, tanto para as plantas que o produzem, como para os mamíferos que os consomem. A atividade antioxidante é relatada como um mecanismo de proteção natural dos vegetais nos processos de oxidação. Em humanos, o consumo de substâncias antioxidantes tem sido relacionado com a inibição do câncer, dos processos inflamatórios e proteção do sistema imunológico. Isoflavonas de soja, ácido ascórbico e beta-caroteno são exemplos de produtos gerados a partir de substâncias antioxidantes. A espécie Bertholletia excelsa Bompl. é uma arvore de grande porte (30 a 50 metros de altura), com folhas coriáceas, tronco retilíneo e cilíndrico (100 a 180 centímetros de diâmetro) revestido por casca sulcada de cor acinzentada-escura, é considerada uma das arvores mais altas da flora brasileira. É popularmente conhecida como castanha do Pará ou castanha do Brasil e pertence à família Lecythidaceae. Atualmente, a B. excelsa apresenta poucos estudos sobre aspectos fitoquímicos e a presença de flavonóides em espécies de Lecythidaceae poderia contribuir substancialmente para a descoberta de novas substâncias com possibilidades terapêuticas e aplicações tecnológicas como fármacos e nutracêuticos. O objetivo desse projeto é avaliar a presença de flavonoides presentes nas cascas do tronco de B. excelsa. O material vegetal será coletado nas proximidades do município de Itacoatiara. As cascas do tronco de B. excelsa depois de secas e trituradas serão extraídas com etanol 70% sob refluxo. Os ensaios de atividade antioxidantes e de fenóis totais serão feitos segundo a metodologia do DPPH conforme descrito por MENSOR e segundo o método de Folin-Ciocalteau, respectivamente. A caracterização de constituintes fenólicos será analisada através de ensaios cromáticos como reação de Shinoda (ácido clorídrico e magnésio), solução de cloreto férrico; e em placas cromatográficas de gel sílica. Direcionando para avaliar a presença de flavonoides, serão utilizados reveladores como: solução de Difenilborato 1% (solução NP), cloreto férrico e vanilina.pt_BR
dc.description.sponsorshipFAPEAMpt_BR
dc.formatPDF
dc.identifier.urihttps://tedehomologacao.ufam.edu.br/handle/123456789/10942
dc.languagept_BRpt_BR
dc.pibic.cursoCiências Farmacêuticaspt_BR
dc.pibic.dtfim2013-07-31
dc.pibic.dtinicio2012-08-01
dc.pibic.nrprojetoPIB-S/0095/2012
dc.pibic.projetoProspecção Fitoquímica e Atividade Antioxidante de cascas do caule de Bertholletia excelsa Bompl.
dc.publisherUniversidade Federal do Amazonaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Exatas e Tecnologia - Itacoatiarapt_BR
dc.publisher.initialsUFAMpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA PIBIC 2012pt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectLecythidaceae, castanha-do-Brasil
dc.subjectfenólicos
dc.subject.cnpqCIÊNCIAS DA SAÚDE: FARMACOGNOSIApt_BR
dc.titleProspecção Fitoquímica e Atividade Antioxidante de cascas do caule de Bertholletia excelsa Bompl.pt_BR
dc.typeRelatório de Pesquisapt_BR

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