Zona Franca de Manaus (ZFM): uma ideia fora do lugar!? Ecodesenvolvimento e a reinvenção da vida na Amazônia brasileira

dc.contributor.advisor1Witkoski, Antonio Carlos
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1111807488532588eng
dc.contributor.referee1Gadelha, Eloísa Mendonça
dc.contributor.referee2Freitas, Marilene Corrêa da Silva
dc.contributor.referee3Rezende, Marília Gabriela Gondim
dc.contributor.referee4Santiago, Jozane Lima
dc.contributor.referee5Alves, Jordania Louse Silva
dc.creatorAlmeida, Ely Sena de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9610766574669893eng
dc.creator.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4531-8680eng
dc.date.issued2024-02-29
dc.description.abstractEl discurso en favor de la continuidad de los incentivos fiscales promovidos por la Zona Franca de Manaus (ZFM) ha adoptado el argumento de que este modelo contribuye a la conservación de la selva al evitar el crecimiento demográfico hacia los pueblos del estado, concentrando la población en la capital. El Polo Industrial de Manaus (PIM), que se beneficia más de las medidas de incentivos fiscales, no aprovecha los potenciales regionales de la sociobiodiversidad amazónica y no se compromete formalmente con la preservación de la selva amazónica. Partiendo de la premisa de que no hay espacio para pensar en la Amazonía dentro de la racionalidad instrumental dominante, esta tesis tiene como objetivo cuestionar el papel del PIM como la principal actividad económica promotora del desarrollo económico y social del Estado de Amazonas, guiada por las leyes fundamentales de la acción recíproca, la negación y los contrarios del proceso de análisis dialéctico. Se hace uso de la investigación bibliográfica, el análisis de la historia oral del contenido, de la aplicación de entrevistas semiestructuradas como técnicas de investigación. Como resultados, se enumerarán las externalidades positivas y negativas generadas por este modelo, y se propone direcciones alternativas que podrán implementarse para que el PIM contribuya efectivamente al proceso de conservación de la selva amazónica. También se argumenta que nosotros, los amazónicos, debemos rebelarnos contra el pensamiento hegemónico dominante y basar nuestras acciones como sociedad en otros principios y sistemas de valores distintos de los impuestos por la racionalidad económica actual: la racionalidad ambiental.spa
dc.description.resumoO discurso para a continuidade dos incentivos fiscais promovido pela Zona Franca de Manaus (ZFM) se apossou do argumento de que este modelo contribui para a conservação e preservação da floresta ao evitar o crescimento demográfico para o interior do estado, concentrando a população na capital. O Polo Industrial de Manaus (PIM), que mais se beneficia com as medidas de incentivo fiscal, não aproveita os potenciais regionais da sociobiodiversidade amazônica, e formalmente, não se compromete com a preservação e conservação da floresta amazônica. Partindo do princípio de que não existe espaço para pensar a Amazônia dentro da racionalidade instrumental dominante, esta tese se propõe a questionar o papel do PIM como principal atividade econômica promotora do desenvolvimento econômico e social do Estado do Amazonas, guiado pelas leis fundamentais da ação recíproca, negação e dos contrários do processo de análise dialética. Faz uso da pesquisa bibliográfica, análise de história oral do conteúdo, e da aplicação de entrevistas semiestruturadas como técnicas de pesquisa. Como resultados, lista as externalidades positivas e negativas geradas por esse modelo, apontando propostas de redirecionamento passíveis de implementação à luz do decrescimento para que, efetivamente, o PIM contribua para o processo de conservação da floresta amazônica. Defende ainda que nós, amazônidas, devemos nos rebelar contra o pensamento hegemônico dominante e pautar nossas ações, enquanto sociedade, em outros princípios e sistema de valores distintos dos impetrados pela racionalidade econômica atual: a racionalidade ambiental.eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.identifier.citationALMEIDA, Ely Sena de. Zona Franca de Manaus (ZFM): uma ideia fora do lugar!? Ecodesenvolvimento e a reinvenção da vida na Amazônia brasileira. 2024. 199 f. Tese (Doutorado em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia) - Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2024.eng
dc.identifier.urihttps://tede.ufam.edu.br/handle/tede/10072
dc.languageporeng
dc.publisherUniversidade Federal do Amazonaseng
dc.publisher.countryBrasileng
dc.publisher.departmentCentro de Ciências do Ambienteeng
dc.publisher.initialsUFAMeng
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazôniaeng
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectPortos e zonas francas - Manaus (AM)por
dc.subjectIncentivos fiscais - Amazôniapor
dc.subjectDesenvolvimento econômico - Aspectos ambientais - Amazôniapor
dc.subject.cnpqOUTROS: CIENCIAS AMBIENTAISeng
dc.subject.userDecrescimentopor
dc.subject.userFloresta amazônicapor
dc.subject.userPolo Industrial de Manauspor
dc.subject.userRacionalidade ambientalpor
dc.thumbnail.urlhttps://tede.ufam.edu.br/retrieve/75003/Tese_ElyAlmeida_PPGCASA.pdf.jpg*
dc.titleZona Franca de Manaus (ZFM): uma ideia fora do lugar!? Ecodesenvolvimento e a reinvenção da vida na Amazônia brasileiraeng
dc.typeTeseeng

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